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Sem saber de nada eu prefiro as cores,
Sem sequer ouvir um ruído, eu prefiro o silêncio
Jogadas ao vento,
Jogadas no tempo oportuno
Saber que tudo mais é chegada a hora
e nem sempre podemos saber
Mas saber para quê?
Se a ignorância muitas vezes me alimenta de felicidade
Uma momentânea felicidade
Que seja!
Quero que ela seja assim
Mesmo passageira
Como purpurinas jogadas ao vento,
revelando um brilho efêmero,
Mas intenso…

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