Precipício

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Certa vez me perguntaram se me joguei no precipício por amor. E sem pensar, eu disse que sim!

Mas depois, fiquei me questionando porque me jogaria do precipício por alguém. Estaria me aguardando lá embaixo com alguma coisa para me amparar? Estaria com uma luz para me mostrar o caminho mais seguro que deveria cair?

Mas precipício não tem fim, ou pelo menos não sabemos o que nos acontecerá quando chegarmos ao fim dele. Não sabemos quais os danos ele nos fará.

Então, se me perguntares novamente se me jogaria no precipício por amor, lhe direi que não! Que nunca me jogarei dele!

Me joguei por uma paixão cega e desenfreada, por um ardor no peito, pelo ímpeto de ter, de te consumir e de te pertencer. Mas isso, jamais será amor.

Estarei te esperando do lado de fora, se quiseres mesmo me amar. Estarei disposta a alçar vôos mais altos contigo, mas me jogar do precipício, nunca mais.

Aline Lima.

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